Por Sergio Tasso Vásquez de Aquino
O prefeito reeleito de Maricá, que atende pelo designativo de Quaquá, que não sei se é sobrenome ou apelido, distribuiu um panfleto de campanha política, em que se apresenta como candidato do PT, número 13, e em que, em foto montagem e acompanhado de seus dois mentores maiores, declara “o prefeito do povo é o prefeito de Lula e Dilma“.
Entre suas promessas de futuras realizações, no renovado período de poder no executivo municipal, insere-se a conclusão do novo hospital, que estaria atualmente em construção e do qual aparece foto ilustrativa de como será a fachada, quando pronto. E daí a grande e mortificante surpresa: o nome estampado de “Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara”, seguido de gigantesca figura do rosto do chefe guerrilheiro argentino-cubano, em sua imagem mais conhecida, com a boina de estrela vermelha encimando os longos cabelos sem trato. Era tudo o que nos faltava!
Qual o vínculo de Che com a comunidade de Maricá? Embora médico de profissão, descumpriu o juramento de curar e salvar vidas e notabilizou-se pela participação destacada no aparato da ditadura que sufoca Cuba há mais de meio século e pela cruenta atividade guerrilheira, a serviço da tentativa de comunização de América Latina e África, em função da qual milhares de pessoas inocentes e infensas ao credo vermelho foram mortas, muitas pelas mãos do próprio Che, como documentado, por exemplo, nos fuzilamentos corriqueiros da época de implantação do comunismo na infelicitada ilha!
Esse anúncio escancarado e com toda a tranquilidade, da inaceitável e injustificada homenagem a um inimigo declarado da democracia, da autodeterminação dos povos, da paz e da justiça entre as pessoas, da dignidade intrínseca do ser humano, porque caudatário ensandecido de uma das mais cruéis formas de opressão que a humanidade sofreu, que lançou ao infortúnio, à perseguição mais torpe, à privação da liberdade de ir e vir, de expressão, de professar a religião dos pais, de existir como seres humanos dignos, feitos à imagem e semelhança de Deus, ao “gulag”, ao “paredón”, e quejandos, QUE CONDENOU À MORTE E AO SOFRIMENTO MAIS INSUPORTÁVEL, APENAS MOTIVADA PELO ÓDIO IDEOLÓGICO, milhões e milhões de pessoas em todos os continentes, não pode prosperar e deve merecer o repúdio de todos os moradores patriotas e esclarecidos de Maricá, do Estado do Rio e do Brasil!
Infelizmente, estamos diante de mais um passo rumo à efetivação do projeto de “cubanização” do Brasil e de toda a América Latina, com o apoio e o aplauso entusiasmados de governantes e dirigentes políticos, que não se cansam de elogiar, promover, apoiar, ajudar, inclusive com recursos financeiros de vulto e financiamentos do BNDES que fazem falta ao resgate econômico-tecnológico-social do Brasil, a ditadura implantada em Cuba pelos “hermanos Castro”.
São por demais eloquentes e falam por si mesmos, por exemplo, pronunciamentos e atitudes públicas e seguidas, pró-Cuba vermelha e seu governo totalitário, de Dilma, Lula, José Dirceu, José Genoíno e outros membros conspícuos e destacados do governo e do seu partido e de próceres da esquerda brasileira, aqui, alhures, em todos os foros pelo mundo afora e nas repetidas visitas de beija-mão aos Castro no ”paraíso vermelho do Caribe”, por eles apresentado como modelo e exemplo adequado para nosso País, sempre com ampla cobertura e difusão das imprensas nacional e internacional.
Por longo tempo se acreditou que a índole do povo brasileiro repudiasse qualquer forma de opressão, que sua vocação visceral fosse pela democracia, a paz, a justiça, o direito, a fraternidade, o respeito à liberdade de professar religião e ideias em comunhão fraterna e sem restrições. Isso jamais deixou de ser provado pelos fatos no passado, inclusive o mais recente, de pouco mais de vinte anos atrás (já que considero 1990 o ano zero, do início da programada, eficaz e eficiente destruição de tudo o que é bom no Brasil)...
Terão sido nossas crenças, convicções e valores mais profundos tão drasticamente mudados, nos corações e nas mentes da maioria menos consciente e, por isso, transformada em apoiadora dos descalabros cometidos contra nossa história de povo altivo e soberano, pelo derramamento de benesses governamentais à custa do Erário e dos impostos pagos pela parcela trabalhadora e produtiva da população, sem a exigência da contrapartida do esforço real para aperfeiçoar-se, como seres humanos e pelo esforço, pelo estudo e pelo labor, por parte dos milhões de indivíduos que as vêm recebendo e que têm preferido, por isso, continuar na indigência assim premiada?
Ou pela propaganda oficial constante, regiamente paga e por todos os meios de comunicação, seguindo a cartilha de Gramsci, que favorece a apatia, a insensibilidade, o embrutecimento, a ignorância, o nihilismo, a perversão de costumes, a divisão e o ódio de toda natureza, entre pessoas e grupos sociais, ao ponto de nos entregarmos, mansa e passivamente, ao trágico destino que está arquitetado e em pleno andamento para o nosso futuro nacional?
O porvir trará as respostas. É preciso saber, porém, que a ameaça existe e é muito séria. Que a revolução que se tornou explícita no Brasil, mais uma vez em 1963, nos seus caminhos comunizantes “políticos”, de agitação e propaganda, e de via armada, das linhas chinesa, cubana ou trotzkysta, continua em pleno andamento, cada vez mais fortalecida e próxima da conquista dos seus objetivos malsãos.
Que por trás dos sorrisos e simpatias estudados e dissimulados e dos discursos enganadores, que tanto falam em lutas pela democracia e pela liberdade, esconde-se a marca da traição e o propósito determinado dos amantes do comunismo, hoje com um poder e uma liberdade de atuação nunca vistos antes, de jogar nossa Nação no infortúnio da “ditadura do proletariado”.
Tão desmoralizada e universalmente repudiada, por seus crimes e erros, nos países em que se conseguiu implantar, mas que viceja entre nós, com predomínio do modelo cubano, com o afã de levar de roldão toda a América Latina, com a participação, de total engajamento, dos Chavez, Correa, Evo, Kirchner, Ortega, Mujica de plantão e seus “companheiros” nativos!
Desperta, Brasil! Reza a Deus por proteção e, com todo o valor, combate o bom combate pelo Bem, a Paz e a Justiça! Escuta os profetas inspirados pelo Todo-Poderoso e pelo fervor patriótico, que não se calam, não fraquejam, não se acovardam, nem se vendem, embora não mais disponham de tribunas, de meios de comunicação para melhor e mais eficazmente disseminar suas ideias em defesa do Brasil e do futuro do seu povo, nem têm conseguido, infelizmente, influenciar o aparecimento de aliados em profusão e de atitudes e ações de reação ao caos, diante de uma plateia nacional que parece desfibrada e desinteressada, tudo aceitando e deixando passar da sempre crescente avalanche da destruição do bem e da virtude!
Clama pelos líderes que hoje estão tão omissos, descrentes, até cooptados pelos trinta dinheiros do mal, para que voltem a cumprir o dever de cerrar fileiras em torno da Pátria Amada, para conduzi-la brava e valentemente na histórica jornada empós do seu glorioso destino!
ASSIM SEJA, ENQUANTO AINDA É TEMPO!
Sergio Tasso Vásquez de Aquino, Vice Almirante Reformado, é membro da Academia Brasileira de Defesa e do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil.
O prefeito reeleito de Maricá, que atende pelo designativo de Quaquá, que não sei se é sobrenome ou apelido, distribuiu um panfleto de campanha política, em que se apresenta como candidato do PT, número 13, e em que, em foto montagem e acompanhado de seus dois mentores maiores, declara “o prefeito do povo é o prefeito de Lula e Dilma“.
Entre suas promessas de futuras realizações, no renovado período de poder no executivo municipal, insere-se a conclusão do novo hospital, que estaria atualmente em construção e do qual aparece foto ilustrativa de como será a fachada, quando pronto. E daí a grande e mortificante surpresa: o nome estampado de “Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara”, seguido de gigantesca figura do rosto do chefe guerrilheiro argentino-cubano, em sua imagem mais conhecida, com a boina de estrela vermelha encimando os longos cabelos sem trato. Era tudo o que nos faltava!
Qual o vínculo de Che com a comunidade de Maricá? Embora médico de profissão, descumpriu o juramento de curar e salvar vidas e notabilizou-se pela participação destacada no aparato da ditadura que sufoca Cuba há mais de meio século e pela cruenta atividade guerrilheira, a serviço da tentativa de comunização de América Latina e África, em função da qual milhares de pessoas inocentes e infensas ao credo vermelho foram mortas, muitas pelas mãos do próprio Che, como documentado, por exemplo, nos fuzilamentos corriqueiros da época de implantação do comunismo na infelicitada ilha!
Esse anúncio escancarado e com toda a tranquilidade, da inaceitável e injustificada homenagem a um inimigo declarado da democracia, da autodeterminação dos povos, da paz e da justiça entre as pessoas, da dignidade intrínseca do ser humano, porque caudatário ensandecido de uma das mais cruéis formas de opressão que a humanidade sofreu, que lançou ao infortúnio, à perseguição mais torpe, à privação da liberdade de ir e vir, de expressão, de professar a religião dos pais, de existir como seres humanos dignos, feitos à imagem e semelhança de Deus, ao “gulag”, ao “paredón”, e quejandos, QUE CONDENOU À MORTE E AO SOFRIMENTO MAIS INSUPORTÁVEL, APENAS MOTIVADA PELO ÓDIO IDEOLÓGICO, milhões e milhões de pessoas em todos os continentes, não pode prosperar e deve merecer o repúdio de todos os moradores patriotas e esclarecidos de Maricá, do Estado do Rio e do Brasil!
Infelizmente, estamos diante de mais um passo rumo à efetivação do projeto de “cubanização” do Brasil e de toda a América Latina, com o apoio e o aplauso entusiasmados de governantes e dirigentes políticos, que não se cansam de elogiar, promover, apoiar, ajudar, inclusive com recursos financeiros de vulto e financiamentos do BNDES que fazem falta ao resgate econômico-tecnológico-social do Brasil, a ditadura implantada em Cuba pelos “hermanos Castro”.
São por demais eloquentes e falam por si mesmos, por exemplo, pronunciamentos e atitudes públicas e seguidas, pró-Cuba vermelha e seu governo totalitário, de Dilma, Lula, José Dirceu, José Genoíno e outros membros conspícuos e destacados do governo e do seu partido e de próceres da esquerda brasileira, aqui, alhures, em todos os foros pelo mundo afora e nas repetidas visitas de beija-mão aos Castro no ”paraíso vermelho do Caribe”, por eles apresentado como modelo e exemplo adequado para nosso País, sempre com ampla cobertura e difusão das imprensas nacional e internacional.
Por longo tempo se acreditou que a índole do povo brasileiro repudiasse qualquer forma de opressão, que sua vocação visceral fosse pela democracia, a paz, a justiça, o direito, a fraternidade, o respeito à liberdade de professar religião e ideias em comunhão fraterna e sem restrições. Isso jamais deixou de ser provado pelos fatos no passado, inclusive o mais recente, de pouco mais de vinte anos atrás (já que considero 1990 o ano zero, do início da programada, eficaz e eficiente destruição de tudo o que é bom no Brasil)...
Terão sido nossas crenças, convicções e valores mais profundos tão drasticamente mudados, nos corações e nas mentes da maioria menos consciente e, por isso, transformada em apoiadora dos descalabros cometidos contra nossa história de povo altivo e soberano, pelo derramamento de benesses governamentais à custa do Erário e dos impostos pagos pela parcela trabalhadora e produtiva da população, sem a exigência da contrapartida do esforço real para aperfeiçoar-se, como seres humanos e pelo esforço, pelo estudo e pelo labor, por parte dos milhões de indivíduos que as vêm recebendo e que têm preferido, por isso, continuar na indigência assim premiada?
Ou pela propaganda oficial constante, regiamente paga e por todos os meios de comunicação, seguindo a cartilha de Gramsci, que favorece a apatia, a insensibilidade, o embrutecimento, a ignorância, o nihilismo, a perversão de costumes, a divisão e o ódio de toda natureza, entre pessoas e grupos sociais, ao ponto de nos entregarmos, mansa e passivamente, ao trágico destino que está arquitetado e em pleno andamento para o nosso futuro nacional?
O porvir trará as respostas. É preciso saber, porém, que a ameaça existe e é muito séria. Que a revolução que se tornou explícita no Brasil, mais uma vez em 1963, nos seus caminhos comunizantes “políticos”, de agitação e propaganda, e de via armada, das linhas chinesa, cubana ou trotzkysta, continua em pleno andamento, cada vez mais fortalecida e próxima da conquista dos seus objetivos malsãos.
Que por trás dos sorrisos e simpatias estudados e dissimulados e dos discursos enganadores, que tanto falam em lutas pela democracia e pela liberdade, esconde-se a marca da traição e o propósito determinado dos amantes do comunismo, hoje com um poder e uma liberdade de atuação nunca vistos antes, de jogar nossa Nação no infortúnio da “ditadura do proletariado”.
Tão desmoralizada e universalmente repudiada, por seus crimes e erros, nos países em que se conseguiu implantar, mas que viceja entre nós, com predomínio do modelo cubano, com o afã de levar de roldão toda a América Latina, com a participação, de total engajamento, dos Chavez, Correa, Evo, Kirchner, Ortega, Mujica de plantão e seus “companheiros” nativos!
Desperta, Brasil! Reza a Deus por proteção e, com todo o valor, combate o bom combate pelo Bem, a Paz e a Justiça! Escuta os profetas inspirados pelo Todo-Poderoso e pelo fervor patriótico, que não se calam, não fraquejam, não se acovardam, nem se vendem, embora não mais disponham de tribunas, de meios de comunicação para melhor e mais eficazmente disseminar suas ideias em defesa do Brasil e do futuro do seu povo, nem têm conseguido, infelizmente, influenciar o aparecimento de aliados em profusão e de atitudes e ações de reação ao caos, diante de uma plateia nacional que parece desfibrada e desinteressada, tudo aceitando e deixando passar da sempre crescente avalanche da destruição do bem e da virtude!
Clama pelos líderes que hoje estão tão omissos, descrentes, até cooptados pelos trinta dinheiros do mal, para que voltem a cumprir o dever de cerrar fileiras em torno da Pátria Amada, para conduzi-la brava e valentemente na histórica jornada empós do seu glorioso destino!
ASSIM SEJA, ENQUANTO AINDA É TEMPO!
Sergio Tasso Vásquez de Aquino, Vice Almirante Reformado, é membro da Academia Brasileira de Defesa e do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil.
Nenhum comentário:
Postar um comentário